
Nosso trabalho
Desde 2004, conectando talentos e negócios para simplificar a adoção de tecnologias emergentes.





Nosso time cultiva o aprendizado para acertar, cada vez mais, onde a tecnologia gera resultado.
Quanto tempo leva para ver uma ideia funcionando com meus clientes?
Dias para a primeira versão com clientes reais; semanas para estar em produção. No case da empresa de mobilidade, a agente de vendas no WhatsApp ficou pronta para teste em dois a três dias e fechou cinco assinaturas em dois dias de teste. Na Mars nos Estados Unidos, o desenho do portal foi testado com o time do cliente na segunda semana.
O ritmo vem do jeito de construir: mapeamos o processo com quem faz o trabalho, prototipamos sobre as arquiteturas de IA que já usamos em produção e só então escalamos.
Como vocês usam IA para construir mais rápido?
A IA está no processo inteiro, não só no produto. Agentes de código escrevem e testam boa parte das mudanças, dentro de regras e verificações que nós escrevemos, e uma pessoa decide o que entra. No app da Sephora, agentes fazem mais da metade das mudanças no código, e uma versão nova sai a cada nove dias.
Por isso um time pequeno entrega o que antes exigia uma fábrica de software.
Quantas pessoas trabalham no meu projeto?
Duas ou três pessoas da Taqtile, com quem decide na frente do seu time, e não dez. Com a IA no processo, um engenheiro com agentes faz o trabalho que antes pedia seis ou sete.
O que você ganha com isso é decisão rápida e uma conta menor. O que não muda é quem responde por cada entrega: sempre alguém com nome.
Meu time de tecnologia precisa aprovar. Como vocês trabalham com ele?
Dentro das regras dele. Trabalhamos no ambiente, na pilha e no processo de aprovação que o seu time já usa, e deixamos o código, as especificações e a arquitetura com vocês desde o primeiro dia.
Quando há dado sensível, a solução roda na nuvem do cliente, e o desenho usa mais de um fornecedor de modelo, para ninguém ficar preso a um só.
Vocês trabalham com o que já temos, como o Salesforce?
Sim. Na Mars nos Estados Unidos, o portal de pedidos B2B roda sobre o Salesforce que a empresa já tinha, com uma camada sob medida só onde a loja padrão não resolvia. No app da Sephora, a base é o que a marca já operava.
Começamos pelo que existe e trocamos só o que trava o resultado.
Fico preso à Taqtile ou a uma plataforma?
Não. O código, as especificações e a arquitetura são seus. Desenhamos a solução para não depender de fornecedor nem de modelo de IA: na Mars na Alemanha, a mesma solução roda com modelos de dois fornecedores, trocados por tarefa.
Plataforma de prateleira costuma prender a empresa a uma IA de uma ou duas gerações atrás. Uma arquitetura própria acompanha a IA de hoje, e o seu time a opera.
Isso custa mais do que contratar uma fábrica de software?
Costuma custar menos, porque você paga por um time pequeno e pelo resultado, não por horas de dez pessoas. Antes de qualquer preço, mostramos um protótipo funcionando com os seus clientes ou vendedores.
O escopo fecha em torno do que precisa funcionar, com teto, e parte do preço pode ficar condicionada ao resultado quando você estiver pronto para isso.
Como vocês tratam ética e segurança na IA?
Como premissa de desenho, não como camada depois. Mapeamos os riscos antes de construir, mantemos uma pessoa no circuito onde a decisão da IA tem consequência, e a agente nunca inventa preço nem condição: regra é regra, e o modelo explica e conversa.
Avaliamos cada solução em dez dimensões, de governança a impacto humano, com a lei brasileira de proteção de dados (LGPD) e o regulamento europeu de IA na régua.






